Comunidade Criativa: Criar junto, para criar sempre

Comunidade Criativa: Criar junto, para criar sempre

Comunidade Criativa: Criar junto, para criar sempre

Colaborar deixou de ser apenas uma ação de marketing para se tornar uma questão de DNA de marca. A moda tem sido um dos canais de comunicação que mais tem sentido e refletido o pensamento colaborativo. Já há algum tempo, pensar de maneira coletiva se instalou do dia a dia de marcas e se enraizou de vez na moda. Algumas até nascem a partir de colaborações e, ao longo da existência, vão aumentando cada vez mais o contato e o número de membros das comunidades.

Lojas com araras de diversos estilistas, peças de roupas desenvolvidas a quatro, oito, doze mãos, espaços colaborativos que vendem moda, arte e, mais que isso, proporcionam experiências únicas e correlacionadas, estão cada vez mais em alta. Fazer algo sozinhx se tornou algo muito last season e, ao perceber isso, designers, artistas plásticos, visuais, arquitetos e todo mundo que trabalha com criatividade, entendeu que nada mais produtivo do que juntar forças, experiências e conhecimentos, para, unidos, criarem trabalhos singulares que todos saiam ganhando.

Em uma rápida pesquisa no Google, pode-se entender que o conceito de comunidade está relacionado não só a coisas materiais, mas também a noções abstratas, e que, tal conceito, para existir, basta que essas coisas sejam comuns a diversos indivíduos, que tenham concordância e harmonia. Já criatividade é algo nato ou que pode ser adquirido, para criar, e não só no campo artístico, como no científico ou no esportivo.

O termo “comunidade criativa” já avançou a ponto de ganhar desdobramentos e alguns criadores elevam a relações a outros níveis, deixando de achar é necessário ter algo em comum com o outro para assim co-criarem. Com isso, “ecossistema criativo” passou a ser um termo que já aparece no mundo da moda. Por definição, ecossistema engloba não só seres vivos, como também o ambiente onde estão inseridos e, nele, ocorrem inter-relações entre todos os participantes independente de suas características físicas, químicas ou, no nosso caso, criativa.

 Pensar de maneira global, afetiva e empática era uma tendência. Hoje, por sorte, caiu no mainstream e embala a criação dessa nova leva de criativos.

 

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